3 de dez de 2016

SETE FORMAS DE TORNAR A CIDADE MAIS SUSTENTÁVEL



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Desde 2008, mais metade da população mundial vive em centros urbanos. E essa grande concentração de gente traz também grandes prejuízos ao meio ambiente, como alto consumo de todo o tipo de produtos e serviços, geração de toneladas diárias de lixo e queima de combustíveis fósseis. Mas é possível tornar uma cidade mais limpa e agradável de viver. E uma das ferramentas para tornar isso real é o urbanismo sustentável.
Esse novo modelo de urbanismo busca construir cidades de forma inteligente para torná-las mais sustentável, seguras e agradáveis para seus habitantes. Confira abaixo algumas dicas para tornar as cidades mais humanas e amigas do meio ambiente:

1. Construir mais áreas para pedestres

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Você já reparou como, cada dia mais, vemos menos pessoas nas ruas e mais veículos. Isso acontece graças a uma característica comum a muitas cidades – elas são construídas para os carros. Viadutos, vias expressas, túneis, rodovias, extensões, pontes e largas avenidas são alguns exemplos que mostram como a prioridade é quase sempre dos veículos, e não das pessoas.
Por isso, a construção de mais áreas destinadas aos pedestres pode ser um feito não só para o bem estar da população, mas também para o meio ambiente. Ruas limpas, seguras, arborizadas, com calçadas amplas, iluminação adequada, sinalização confiável, trânsito ordenado e com total acessibilidade é um estímulo capaz de fazer com que as pessoas deixassem mais o carro em casa e passem a andar pelas ruas, como acontecia antigamente.
Menos espaço para os carros significa mais bicicletas, mais pessoas caminhando e olhando calmamente as pequenas lojas de bairro, esquecidas com o aumento dos grandes centros comerciais, mais qualidade de vida e menos poluição.


2. Estímulo ao desenvolvimento dos bairros

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Ao invés de investir apenas nos grandes centros comerciais das cidades, uma boa idéia é estimular o desenvolvimento dos pequenos bairros. A intenção é fazer com que as comunidades voltem a ter a representatividade e unidade de antes.
Lugares que fosse, ao mesmo tempo, comerciais e residenciais, mas em pequenas escalas. Bairros onde o trabalho ficasse perto de casa, que, por sua vez, seria apenas algumas quadras longe da escola e do supermercado. Também seria possível fazer compras na loja da esquina e fazer curso de inglês a alguns minutos de sua casa.
Esses bairros ainda devem ter construções configuradas em quadras e prédios, agrupados em uma mistura de atividades sobrepostas, como moradia, comércio, escritórios, lazer e educação. O uso misto torna as ruas cheias de vitalidade e movimentadas em todas as horas do dia.
Com isso, você e sua família poderiam morar, trabalhar, estudar, comprar e se divertir sem precisar de longos deslocamentos. As vantagens são muitas – menos custos com transporte (que poderia ser feito a pé ou de bicicleta), menos poluição, estímulo aos pequenos negócios de bairro, além de mais entrosamentos e união entre vizinhos.


3. Diversidade de moradores e densidade controlada

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Outra característica do urbanismo sustentável é favorecer o convívio de pessoas de diferentes classes, idades, culturas e raças trazendo ao espaço urbano uma diversidade de ideias, necessidades e interesses. Com isso, amplia-se as alternativas de relacionamentos e viabiliza-se inúmeros e variados aspectos da vida urbana com elevada qualidade social. A diversidade também torna o lugar mais solidário e inteligente.
Além disso, a densidade demográfica controlada amplia a convivência, fator fundamental para a criação e a dispersão de novas ideias. A correta concentração de consumidores e usuários viabiliza economicamente os diversos equipamentos e serviços urbanos, tanto privados como públicos, os quais resultam, também, em ganhos ambientais além de ocupar menor área de terreno com edificações.


4. Restrição da circulação de carros

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Diversas cidades já adotaram medidas como a restrição da circulação dos carros em alguns bairros durante um dia da semana (geralmente o domingo) e oferecem o espaço às pessoas, que podem passear, brincar com as crianças ou praticar esportes sem se preocupar com o trânsito.
 Em Londres, é proíbida a circulação de carros em alguns locais, como os centros urbanos. Para entrar com carro por lá é preciso pagar uma taxa, além de ter que desembolsar uma nota para estacionar seu veículo.
Menos carro quer dizer mais seguranças, menos poluição e tranquilidade para andar a pé ou de bicicleta.


5. Melhoria do transporte público

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Melhorar o sistema de transporte público é mais uma mãozinha para as iniciativas que proíbem a circulação de carros e alguns pontos das cidades. Ônibus, metrô, trens, bondes e balsas são alguns exemplos de meios de transporte que, se bem administrados, pode reduzir bastante a quantidade de carros nas ruas.
Cada carro leva em média 1,2 passageiros. Isso significa quase uma pessoa por carro nas ruas, o que agrava os congestionamentos e níveis de poluição, além de aumentar o consumo de combustíveis fósseis, como a gasolina.
Para muitas pessoas, o uso diário do veículo particular é um reflexo da falta de opções de serviços de transporte público de qualidade. Cidades como Amsterdã (Países Baixos), Copenhague (Dinamarca), Ottawa (Canadá), Freiburg (Alemanha), Bogotá (Colômbia), Londres (Reino Unidos) e Quarry Village (Estados Unidos) já tomaram medidas como estas e se tornaram cidades “sem carros”.


6. Criação de jardins comunitários

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Esses espaços, iniciativas comuns em diversas cidades de países como Reino Unido, Canadá e Estados Unidos, são totalmente públicos. Eles pertencem e são geridos pela comunidade e possuem acesso livre para qualquer pessoa.
Geralmente construídos por iniciativa da prefeitura ou de alguma ONG, essas jardins são uma ótima maneira de estreitar os lanços dentro da comunidade, além de oferecer um ambiente saudável e agradável onde todos podem ter maior contato com a natureza.
Para montar um jardim comunitário é preciso apenas um espaço de terra, iniciativa e organização. Vale lembrar que a prática não se resume à construção do jardim, mas também à sua manutenção e conservação.


7. Organização de um sistema de coleta seletiva

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Uma das maiores barreiras quando se fala em reciclagem é a coleta desse material. Muita gente até separa os materiais corretamente, mas não sabe onde ou a quem entregar os recicláveis.
Uma iniciativa capaz de facilitar esse processo é criar um sistema público de coleta de materiais recicláveis. Diversas prefeituras no Brasil já adotaram programas desse tipo e são responsáveis pela coleta e pela destinação final desses resíduos.
A coleta pode ser feita porta a porta ou em locais pré-determinados. Aí é a vez dos cidadãos fazerem a sua parte e separarem os materiais de acordo com o seu tipo e jogá-los nos locais adequados.  

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6 de nov de 2016

PLANEJAMENTO DE OBRA



Você já teve dúvidas sobre a ordem dos serviços durante uma obra? Creio que sim.
O planejamento de uma obra é fundamental para evitar stress e prejuízos, pois erros em obras acarretam em perdas que por vezes podem ser pesadas ao bolso.
E por mais que tenha planejamento haverão imprevistos, imagine se não tiver e tudo for feito no achismo.
sequência dos serviços em uma obra é uma das maiores dúvidas que os profissionais têm na hora de ir para o canteiro. Mas um detalhe que poucos profissionais percebem é que entender a ordem dos serviços na obra melhora inclusive a qualidade dos seus projetos! Então exija que o mestre de obras siga o cronograma e não pule etapas, mesmo sendo uma reforma, que é uma modalidade de obra das mais complexas.
Afinal, cada etapa depende de uma etapa anterior para ser realizada corretamente e quando isso é pensado desde o projeto, o desempenho da obra é excepcionalmente melhor!

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Veja algumas dicas:
  • A importância dos projetos para o planejamento da obra. Sendo assim é importante que se tenha todos os projetos básicos - estrutural, arquitetônico, hidro-sanitário e elétrico;
OBS.: É super importante também que os projetos estejam COMPATIBILIZADOS entre si! 

  • Monte um cronograma de obra, sendo que obra nova e reforma devem ser tratadas de forma diferenciada;
  • E lembre-se que cronograma é uma das ferramentas mais importantes do planejamento;
  • Qual seria uma ordem ideal para sequência dos serviços em uma obra?
  1. Estude os projetos, veja todos os itens;
  2. Monte o cronograma em uma planilha que deve estar descrito de maneira claracom início, meio e fim de cada etapa;
  3. Pergunte ao mestre de obras os prazos de cada etapa, bem como aos fornecedores sobre prazos de entrega;
  4. Considere os imprevistos como problemas com o solo, faltas de funcionários, chuvas, atrasos com alguma entrega;
  5. Depois da planilha montada e materiais orçados é hora de inciar a obra;
  6. Aí vem a fase de locação da obra, conferência de medidas, montagem de depósito;
E no momento que a obra inicia é preciso seguir a ordem de execução da estrutura,alvenaria, elétrica, esgoto. Enfim não é possível instalar o granito no piso antes de concluir o reboco por exemplo.
Mas daí você pensa, ninguém faria isso? Mas por incrível que pareça, fazem.
Cansei de ir em obras com a colocação de piso sendo feita no mesmo tempo em que ainda estavam fazendo cortes para passagem da mangueiras corrugadas.




Então se você é cliente exija profissionais que conheçam o dia a dia de uma obra. 
E você profissional, engenheiro, arquiteto ou mestre de obras. Coordene, planeje e exija que seja seguido ao "pé da letra".

Boa obra.





2 de nov de 2016

VINTAGE EM ESPAÇOS COMERCIAIS

O estilo vintage está em voga inclusive na decoração de estabelecimentos comerciais, que buscam esse diferencial para atrair os clientes.
Ganhando cada vez mais espaço também nas decorações de estabelecimentos comerciais, o estilo vintage está se tornando tendência entre os empreendimentos atuais. Carregado de personalidade, o vintage utiliza peças autênticas e cheias de história em sua composição.
De acordo com a arquiteta e designer de interiores Simone Rocha, a incorporação deste estilo no comércio vem acontecendo por causa da real necessidade do empresário de se diferenciar dos demais concorrentes no setor, dando maior destaque e valor agregado à sua marca. "Outro ponto importante neste sentido é a tendência mundial de personalização e valorização do que é único, resistente e duradouro. Podemos perceber este comportamento não só no mundo da arquitetura, mas também na moda, nas artes e até mesmo na culinária. Em um mundo onde o que é padronizado perde cada vez mais espaço para o singular, as peças mantidas através de gerações ganham importantes destaques", explica.
Simone analisa que, para se ter um estabelecimento com essa pegada vintage é preciso que o empreendedor esteja atento, por exemplo, ao tamanho dos móveis em comparação ao tamanho da loja e saber mesclar bem os estilos. "Peças vintage costumam ter dimensões mais avantajadas e visual mais 'pesado' e, por isso, devem ser escolhidas a dedo para não deixar o ambiente entulhado. É importante mesclar alguns elementos mais modernos ao estilo vintage para que o estabelecimento não fique com aspecto de 'cenário antigo' e para realmente valorizar as peças. Essa mescla pode ser feita por meio da iluminação, dos revestimentos e até mesmo dos adornos", destaca.
Para a arquiteta Estela Netto, o mobiliário é um fator importante nesse quesito, pois os móveis traduzem bem a pegada vintage que o estabelecimento quer proporcionar aos seus clientes. Em um de seus projetos, uma barbearia, Estela mostra como apresentar este estilo aos seus clientes.
"Colocamos muitas coisas de visual merchandising na decoração, como quadrinhos, gravuras, objetos de decoração mais temáticos. A barbearia tem, muito forte, esta identidade com a estética mais vintage, ela em si, já tem as cadeiras de barbeiro e essa parte de visual merchandising e adornos de ambientação", conta.
Estela Netto acredita que existe essa grande demanda pelo estilo vintage nos dias de hoje porque existe uma tendência do ser humano de olhar para o nosso passado. "Acho que o homem precisa revisitar muitas vezes as suas memórias para compreender quem ele é e se projetar no futuro. Isso também acontece com a arquitetura e a decoração. O estilo vintage tem um olhar voltado a outras épocas do design e traz à tona os clássicos que ficaram marcados ou foram ícones de outros tempos. Acredito que este estilo foi muito bem aceito do ponto de vista da arquitetura do varejo, comercial e outros serviços, como o caso da barbearia, pois há identificação", avalia.
Simone Rocha também ressalta a questão da personalidade. Para ela, a presença deste estilo nos dias de hoje se dá pela autenticidade, pela tradição, valores e, também, de ser destaque. "Todo projeto vintage parte do princípio que será um ambiente autêntico, exclusivo e diferenciado. Fugir do padrão, apostar em novas tendências e incluir objetos irreverentes são algumas marcas do estilo e que devem ser seguidas. As peças de estilo vintage são carregadas de sentimentos e trazem consigo uma série de valores e referências, como a tradição, nostalgia, individualidade, romantismo, artesanal e delicadeza", descreve.
As profissionais finalizam lembrando que o mais importante para o comerciante é verificar se o estilo dialoga com a marca e com o tipo de produto comercializado. Para uma loja que vende produtos tecnológicos e hi-tech, por exemplo, o estilo vintage não é o mais adequado, pois não há interface entre a estética e o negócio.

Matéria publicada no site terra.
https://noticias.terra.com.br/dino/espacos-comerciais-se-rendem-ao-vintage-para-atingir-em-cheio-o-coracao-dos-consumidores,e36fe23a913ca8448f830b8b486430aa3rxunmdz.html


12 de out de 2016

LAVABO BEM ORGANIZADO

lavabo é um ambiente importante no espaço comercial, no entanto, são poucas as pessoas que pensam em decorá-lo de forma correta e adequada. Assim, se você conta com este espaço no seu escritório ou consultório, que tal separar um tempinho para conferir algumas dicas de como decorar o lavabo de uma forma única e unindo elementos que darão um toque de charme e elegância ao espaço.
O Lavabo por vezes fica nos fundos da sala comercial, escondido e muitos acham que este não precisa de cuidados. Mas você sabia que um cliente pode ter uma impressão melhor ou pior de você dependendo de como cuida de seu lavabo.
O que você imaginaria se entrasse em um lavabo sujo, mal decorado, com cores desagradáveis, mal cheiroso e todo desorganizado? Então o que você acha que seu cliente pensaria?
A decoração do lavabo pode seguir seu estilo e gostos pessoais, o lavabo pode ser decorado de diferentes modos:  o contemporâneo, o simples, o sofisticado, os que usam as cores, sejam elas sóbrias ou mais alegres, e também aqueles que tem o dourado como elemento principal.Outros ficam lindos com um belo papel de parede, flores e uma cortina. Não importa. A regra fundamental que vale para este pequeno espaço é não sobrecarregar com muitos elementos, afinal ele deve parecer leve e delicado.
Utilize cores de seu agrado e que combinem entre sim, bem como elementos decorativos apropriados.
Ah! E lembre-se de deixá-lo cheiroso, mas não em demasia.
Então, mãos à obra.






Fotos retiradas da internet.

6 de ago de 2016

URBANISMO

Conheça três cidades diferentes que planejaram muito bem o uso do espaço urbano para trazer qualidade de vida aos seus moradores. Bruxelas é uma dessas cidades.


Foi na capital da Bélgica que o novo pensamento urbanístico nasceu. A pós-doutorada em geografia urbana e plano espacial pela Universidade Saint-Louis de Bruxelas, Sofie Vermeulen, explica que a cidade adotou, no início dos anos 2000, um planejamento urbano capaz de a transformar em metrópole internacional. Desde então, além das políticas bem-sucedidas de mobilidade urbana e descentralização de serviços públicos, Bruxelas trabalha na revitalização de áreas centrais. O status de cidade cosmopolita atrai cada vez mais turistas de negócios, além de variados congressos mundiais."



Foto: Bigstock


Continue lendo a matéria no link:
http://www.gazetadopovo.com.br/haus/design/a-revolucao-das-cidades/


10 de abr de 2016

CONHEÇA UM POUCO MAIS


Janete Krueger Arquitetura e Home Design - Desenvolve projetos residenciais e comerciais partindo do estudo de necessidades do cliente.
Desde 2002, Janete Krueger Arquitetura e Home Design têm atuado na área da arquitetura de decoração. A inauguração do estúdio de arquitetura, em 2009, consolidou o estilo versátil e dinâmico da Arquiteta Janete Krueger.O estúdio de arquitetura conta com duas sedes, uma em Penha e a outra em Balneário Camboriú.
Ao longo do tempo foi adotado, em Penha, o conceito de Escritório Boutique, no qual o cliente é acolhido em um espaço amplo onde pode adquirir: piso vinílico, móveis, objetos de decoração, cortinas, persianas, papéis de parede, pastilhas de vidro, sancas e rodapés.
Janete Krueger Arquitetura e Home Design oferece soluções para minimizar os transtornos causados por uma construção ou reforma. A experiência em Gerenciamento de obras, retrofit e o acompanhamento em compras de materiais de acabamento trazem o diferencial para o cliente.
Dentro deste conceito a empresa oferece sua carteira de parceiros como pedreiros, eletricistas, pintores, marcenarias, engenheiros, fornecedores de materiais. Ou seja, o cliente inicia no projeto, passando pela obra e decoração, e recebe seu imóvel pronto para morar.



Fone: (47) 3361 6459
email: atendimento@janetekrueger.com.br
End. Av Eugênio Krause, 3034/02, Penha - SC
Av. do Estado, Casa Hall, Sala117, Balneário Camboriu - SC

CORES ESCURAS NA COZINHA

Muitas pessoas falam que uma cozinha clara e clean é sinônimo de uma cozinha perfeita e elegante, certo?
Mas isso não é uma verdade absoluta e  sua cozinha pode ter a cor que você quiser e ainda assim ser linda, por exemplo, já pensou em ter uma cozinha preta ? Cinza? Azul?
Mas em um ambiente cuja cor  é tão escura devemos ficar atentos a alguns detalhes. Para deixar o visual mais equilibrado é importante que você escolha ou por móveis escuros ou por paredes e estrutura escura -sim, é possível carregar a cor nos dois, mas fica meio dark, não acha?Bem então que tal dar uma equilibrada na cor escura com azulejos coloridos? Ou então com acessórios em aço inox? Você também pode usar um vidro refletivo. As possibilidades são diversas, mas o equilíbrio e harmonia são fundamentais.Assim como você também pode usar uma cor bem forte para contrastar com o escuro, seja preto, cinza ou azul.
Veja algumas dicas:


20 de mar de 2016

IMPERMEABILIZAÇÃO

Você sabe da importância de impermeabilizar na hora de construir?

Desde os primórdios da civilização o homem procura proteger seu local de trabalho e moradia contra a ação da água. A princípio a impermeabilização era considerada uma barreira física, com o objetivo de evitar a percolação d’água indesejável, ou de outra forma, dirigi-la para pontos de escoamento fora da área que necessitávamos proteger.
No entanto, a impermeabilização tem uma finalidade muito mais importante, que é proteger os materiais construtivos das edificações contra a degradação, visto que a maioria sofre deterioração em função da presença de água e vapores agressivos. O conceito de proteção estrutural passou a ser abrangente e envolveu praticamente todos os setores da construção civil. As tecnologias continuam exigindo materiais e técnicas de aplicação cada vez mais modernas.
Em função da não utilização da impermeabilização como proteção contra os efeitos patológicos originários da presença de água, umidade ou vapores, essas manifestações têm crescido muito nos últimos anos, gerando, segundo estimativas feitas por diversos institutos de pesquisa na área da construção civil, despesas em manutenção que atingem a astronômica cifra de 4% do PIB, que equivale a mais de uma dezena de bilhões de dólares.
Com o aumento significativo do volume de obras na construção civil, a partir da década de 60 no Brasil, tanto na área habitacional, como na área industrial e pública, a impermeabilização assumiu um papel capital na proteção das edificações.


Veja estas dicas dos tipos e locai necessários a serem impermeabilizados:

Quais os impermeabilizantes mais indicados para construção e reforma? 
Cada área requer um tipo de impermeabilização, de acordo com as suas características. Nunca use o mesmo material como remédio para todos os males. Também não acredite em milagres, e consulte um especialista. 

°Porque impermeabilizante é um produto essencial para garantir a segurança, o futuro e o conforto de uma obra? 

Porque a impermeabilização protegerá sua obra contra todo e qualquer tipo de umidade e infiltração. 


° Qual a norma técnica determinada pela ABNT? Por que é importante escolher impermeabilizantes que atendem às normas técnicas? 

A NBR 9575: Impermeabilização – Projeto e Seleção é uma norma que estabelece as exigências e recomendações relativas à seleção e projeto de impermeabilização, para que sejam atendidas as condições mínimas de proteção da estrutura em relação à proteção contra infiltração de água nas partes construtivas, além de preservar a saúde, segurança e conforto do usuário. 


° O que acontece com a obra, se não for aplicado um impermeabilizante nas áreas de maior umidade ou sujeitas a infiltrações ? 

A água penetra em todos os locais, sem exceção. E sua presença gera umidade e problemas nos materiais usados na construção, causando sérios prejuízos aos usuários. Os prejuízos podem ser estéticos, como manchas na pintura, pisos soltos, revestimentos descascados; financeiros, como a desvalorização do patrimônio; problemas de saúde ao usuário, provocados pelo mofo, bolor etc.; e até de segurança, como oxidação das estruturas de proteção, batentes de janelas e portas. 


° Há diferenças entre uma construção de residência, de escritório, indústria ou uma reforma. Em cada projeto, que impermeabilizante devo usar? 

O tipo de edificação pode interferir no tipo de impermeabilização selecionada, principalmente no que se refere ao uso e às características específicas da estrutura do imóvel. Uma laje de estacionamento de um shopping center, ou uma laje de um edifício residencial exigem impermeabilização com mantas asfálticas. No entanto, a laje do shopping exige uma manta asfáltica com maior espessura e maior quantidade de camadas. Exige uma proteção ainda maior, porque sua manutenção é mais difícil, exige a paralisação da rotina do estabelecimento, seu tráfego é mais intenso e qualquer problema acarreta em altos prejuízos. Entretanto, todas as áreas merecem ser tratadas com a mesma responsabilidade e com a mesma qualidade de produtos e sistemas impermeabilizantes. 


° Como posso identificar um impermeabilizante de boa qualidade? 

O impermeabilizante escolhido deve atender todos requisitos das normas técnicas da ABNT. Na dúvida, busque mais informações e referencias de obras já realizadas. Não confie somente na aparência da embalagem ou no fabricante, tenha sempre referencias de um especialista ou de quem já utilizou o produto.


° O que devo observar na loja, quanto à exposição do produto, embalagem, informações do vendedor e preço? 

Os produtos devem ser acondicionados em embalagens práticas, que facilitem a estocagem, transporte e manuseio. Devem conter todas as informações referentes à finalidade do produto, composição química, forma de aplicação, incluindo preparo da superfície, consumos ou rendimento e informações sobre segurança. 


° Em que situações o impermeabilizante é prioritário e deve ser usado, antes de concluir o acabamento? 

O impermeabilizante sempre deverá ser aplicado antes do acabamento final, em todas as áreas que necessitam de proteção, salvo quando o sistema impermeabilizante for projetado para ficar exposto, constituindo o acabamento final. Como por exemplo as mantas autoprotegidas (ardosiada e aluminizada), os revestimentos epóxis, os impermeabilizantes acrílicos etc. 


° O que pode acontecer, em minha construção, se eu não usar o impermeabilizante correto? 

Num primeiro momento, as infiltrações e a umidade causarão um sério desconforto com goteiras, manchas na pintura etc. Na evolução do processo, as infiltrações se alastram e passam a danificar tudo o que estiver em seu caminho, como a pintura, argamassa, revestimentos, móveis, entre tantos outros elementos usados na decoração e construção do imóvel. Nos casos mais críticos, a falta da impermeabilização pode comprometer a segurança e a estabilidade das edificações. 


° Quais os problemas mais comuns, que um bom impermeabilizante é capaz de evitar? 

Infiltrações, causadas pela atuação da água empossada em lajes; ou causadas pela água que cria pressão positiva, ou seja, aquela que permanece parada em tanques, reservatórios, caixas d’água, piscinas etc; umidade de solo que transmite esta umidade para muros, paredes e pisos em contato direto com a terra e os problemas causados pela água sob pressão negativa, aquela que cria infiltrações e inundações, provocadas pela presença de lençol freático. Na construção, os prejuízos serão sempre os mesmos: danos nas paredes, manchas na pintura, mofo, bolor, umidade, prejuízos entre os materiais de acabamento e móveis destruídos. 


Fonte.: Sites de Internet e IBDA.

24 de fev de 2016

ONU - Habitat E SUSTENTABILIDADE



Você arquiteto ou cidadão, quer saber mais sobre o que a ONU tem a dizer sobre sustentabilidade? Leia este artigo.

Onu-Habitat disponibiliza documentos sobre sustentabilidade urbana 

A ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos), em parceria com o governo brasileiro, disponibilizou estudos sobre Sustentabilidade urbana: impactos do desenvolvimento econômico e suas consequências sobre o processo de urbanização em países emergentes. 

sustentabilidade urbana



As pesquisas foram organizadas em três tomos:   Volume 1. Mobilidade Urbana Documento organizado em quatro partes. Após a apresentação, a segunda parte reúne conceitos e entendimentos sobre mobilidade, em especial, os reflexos decorrentes das transformações urbanas, em grande parte, provocadas pelas mudanças na economia e nas formas de produção das últimas décadas. Constam ainda dessa parte considerações referentes às condições atuais de mobilidade, particularmente observadas nos grandes centros de países emergentes. Em seguida, o documento discute os eixos centrais para a efetivação da desejada mobilidade urbana sustentável – notadamente o planejamento setorial e as concepções de rede de transporte público; o financiamento da mobilidade; a eficiência de gestão do sistema de mobilidade urbana, controle e transparência; e o sistema de mobilidade como suporte para o desenvolvimento sustentável. São esses os eixos em torno dos quais as políticas públicas de mobilidade deverão tecer suas discussões e formulações de alternativas em contextos diversos. Por fim, discutem-se as barreiras e as dificuldades para a implantação de política sustentável de mobilidade urbana, que não se restringem às evidentes questões tecnológicas, pois, em grande parte, já dispõem de solução, mas às barreiras econômicas, sociais e mesmo culturais que deverão se integrar com as temáticas de desenvolvimento urbano e de cidades sustentáveis. Crédito: Reprodução capa   Volume 2. Saneamento básico Estudo elaborado por solicitação do Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Cidades e do ONU-Habitat, visa discutir os possíveis impactos de processos de mudanças, em especial relacionadas ao crescimento econômico, sobre o setor de saneamento, em suas diversas características, desde política pública até infraestrutura sanitária, abordando as diversas esferas federativas. Sua elaboração relaciona-se simultaneamente com a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20, junho/2012) e com o VI Fórum Urbano Mundial (Nápoles, setembro/2012). O apelo à economia verde e à estrutura institucional para a sustentabilidade, da Rio+20, e ao tema das cidades, incluindo os quatro eixos temáticos a serem tratados no VI Fórum – planejamento urbano; equidade e prosperidade; cidades produtivas; mobilidade urbana, energia e ambiente – claramente se articulam com a discussão aqui desenvolvida. Crédito: Reprodução capa Volume 3. Habitação Social e Sustentabilidade Urbana A problemática ambiental urbana deve ser o elemento capaz de unificar todas as ações urbanísticas, nos mais diversos setores, em torno de um único desafio: construir cidades ambientalmente e socialmente justas para as nossas próximas gerações. Quais são então as perspectivas que se apresentam para responder a esse desafio? Qual a possibilidade de mudar tais paradigmas e, sobretudo, de encontrar caminhos que respondam às especificidades do nosso crescimento? Qual o papel, nesse processo, dos profissionais urbanos, dos agentes empreendedores, dos poderes públicos nas diferentes esferas de governo, da própria sociedade? São essas algumas das questões que este documento procura responder. Crédito: Reprodução capa   A publicação e a condução dos trabalhos contaram com a participação dos ministérios do Meio Ambiente, das Cidades e das Relações Exteriores. A iniciativa pretende compreender os impactos do desenvolvimento econômico e suas consequências para o processo de urbanização em países emergentes, especialmente o Brasil. A ONU-Habitat acredita que os documentos terão um papel importante no processo de preparação do país para a Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III), que acontece daqui a sete meses, em Quito, no Equador. As informações contidas nas pesquisas podem fornecer, ainda, orientações quanto às funções das cidades que privilegiarem, em suas agendas, temas como sustentabilidade, igualdade de gênero, inclusão, justiça socioambiental e bem-estar, avalia o representante da agência da ONU no Brasil, Rayne Ferretti. Onu disponibiliza documentos sobre sustentabilidade urbana - http://sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/onu-habitat-documentos-sustentabilidade-urbana.


Acesse o link:

9 de jan de 2016

CASA DE ARTISTA



Bibi Ferreira revela seu lar no Rio 

Apartamento Bibi Ferreira (Foto: Vicente de Paulo)




A visão da Baía de Guanabara com
o Pão de Açúcar ao fundo e o Corcovado mais à direita foi decisiva para que Bibi Ferreira escolhesse o apartamento onde mora atualmente, no Morro da Viúva, bairro do Flamengo. Afinal, desde criança ela vive de frente para um dos mais conhecidos cartões-postais do Rio e, mesmo tendo trocado de endereço pelo menos cinco vezes no decorrer de seus 91 anos, nunca abriu mão da paisagem privilegiada do Flamengo e de Botafogo. “A casa, para mim, significa liberdade. É o lugar onde se está completamente à vontade, e a vista me passa essa sensação”, diz a atriz, diretora e cantora que, depois de imortalizar as canções de Edith Piaf, agora se prepara para estrear um novo show, em maio, com músicas de Frank Sinatra.



Gostou?
Leia a matéria completa acessando o link a seguir:


http://casavogue.globo.com/Interiores/apartamentos/noticia/2014/03/bibi-ferreira-revela-seu-lar-no-rio.html