17 de mai de 2017

PLANEJAMENTO URBANO E GESTÃO PUBLICA

Falando um pouco de gestão pública e planejamento urbano.

Quando a gestão pública não consegue ser maior que o ego da figura que a representa vê-se uma deprimente administração do dinheiro público e da cidade, que é um complexo sistema de pessoas, indústrias, veículos e etc. Pode-se afirmar que a empreitada é um fracasso. Mesmo que tenha medidas pontuais assertivas não consegue atingir um todo e fazê-lo funcionar.
O planejamento urbano, matéria ligada diretamente ao profissional arquiteto e urbanista, é fundamental para o crescimento ordenado de uma cidade. Por vezes a população não lhe dá a devida importância, porém sente literalmente na pele e ineficiência de um planejamento mal elaborado. O planejamento urbano por vezes é feito por pessoas leigas no assunto e dessa forma temos teorias aplicadas de forma desastrosa. Um bom gestor procura se cercar de profissionais competentes.
A cidade precisa conviver de forma harmoniosa e pensada "antes" dos problemas. As atitudes emergenciais são sempre pautadas em decisões de cunho imediato para resolver algo pontual, porém fica longe de soluções definitivas.
Precisamos de gestores melhores, não de políticos que ludibriam seu próprio ego em troca de uma aparição na coluna social ou em troca de favorecimentos. Um bom gestor se espelha em bons profissionais e se alia a eles fomentando assim uma administração exemplar.


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Atualmente as cidades cresceram de forma totalmente desordenada o que gera conflitos e perda de qualidade vida, afinal muito  se perdeu ao longo dos anos aplicando planejamento urbano incorreto.
O trabalho será dobrado afinal é preciso reverter o quadro e aplicar novas fórmulas de planejamento urbano, nesta nova configuração de sociedade que se preocupa com sustentabilidade, qualidade de vida, gentrificação, dentre outros.

A palavra gentrificação (do inglês gentrification) pode ser entendida como o processo de mudança imobiliária, nos perfis residenciais e padrões culturais, seja de um bairro, região ou cidade. Esse processo envolve necessariamente ... - 
Veja mais em https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/gentrificacao-o-que-e-e-de-que-maneira-altera-os-espacos-urbanos.htm?cmpid=copiaecola.






1 de mai de 2017

PLANEJAMENTO URBANO NOS MOLDES PORTUGUESES

O Planejamento Urbano no Brasil segue linhas de pensamento trazidos por seus colonizadores, os portugueses. Eram planos que provinham da tradição européia, principalmente, e consistiam basicamente no alargamento de vias, erradicação de ocupações de baixa renda nas áreas mais centrais, implementação de infra-estrutura,  e ajardinamento de parques e praças. Os traços das ruas eram  estreitas e bastante orgânicas, respeitando bastante os traçados naturais. Além da Igreja sempre posicionada ao alto. Já os espanhóis tinham traçados mais lineares, utilizado em cidades de colonização latina.

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segue Texto de Mateus Rosada.

O PLANO SEM TRAÇADO: A IGREJA NA LÓGICA URBANÍSTICA PORTUGUESA DE CRIAÇÃO DAS VILAS COLONIAIS

Este artigo trata da relação entre a Igreja Católica e o Estado Português no processo de colonização das terras de sua colônia em continente americano e como essa relação se desdobrava em fatores de estabelecimento e organização das vilas criadas em território hoje brasileiro. Observa como a Igreja era utilizada como um instrumento estatal de doutrinamento e obediência à coroa portuguesa e um braço governamental responsável, entre outras coisas, por organizar os planos iniciais das vilas criadas sob seus domínios. Observa também diferenças entre as formas como os governos português e espanhol concebiam suas novas cidades, percebendo uma forma de implementação mais sutil e adaptável aos sítios por parte dos portugueses, com menor preocupação com traçados, estes, mais subordinados aos terrenos e a pontos focais: os adros e as praças públicas.

A COLONIZAÇÃO COMO EXPANSÃO DA FÉ CATÓLICA

Na colonização das terras brasileiras, a união entre Igreja e Estado já estava estabelecida e veio acrescentar novos motivos para a empreitada à ideia que já vigorava na época, quando Portugal ainda vivia uma sensação de expansão. Após décadas de lutas para expulsar os mouros das terras lusas, verdadeiras cruzadas, iniciaram-se as grandes navegações e foram sendo estabelecidos postos avançados ao longo das costas africana e asiática. Portugal não cabia mais dentro de si mesmo, como que se lançasse em tentáculos para as várias partes do globo onde colonizava. Sob as bandeiras do governo, sempre estava presente a representação eclesiástica, que era peça importante no estabelecimento da cultura lusa nas novas possessões (destaque-se aqui que até os dias atuais o brasão da bandeira portuguesa ostenta o astrolábio repousando sobe a cruz da Ordem de Cristo, a mesma que vinha estampada nas velas das embarcações lusitanas).

Você pode ler o artigo completo no link:
http://www.shcu2014.com.br/content/plano-tracado-igreja-na-logica-urbanistica-portuguesa-criacao-das-vilas-coloniais